Anuciando Esperança Que em Breve Jesus Voltará

Papa pede perdão por abusos sexuais



‘Abertamente expresso a vergonha e o remorso que todos nós sentimos.’


Bento XVI ordenou ‘visita pastoral’ a dioceses e seminários na Irlanda.

Foto: Andreas Solaro / AFP 17-03-2010

Papa Bento XVI ouve seu secretário particular Georg Gaenswein durante a audiência semanal na Praça de São Pedro (Foto: Andreas Solaro / AFP 17-03-2010)

O papa Bento XVI afirma em carta pastoral enviada aos católicos da Irlanda que os bispos daquele país cometeram “graves erros de julgamento” no que diz respeito a casos de abuso sexual cometidos por religiosos e pediu ação decisiva, honestidade e transparência.

  • Aspas

    Eu só posso compartilhar a consternação e o sentimento de traição que tantos entre vocês vivenciaram"

O pontífice pediu perdão às vítimas e anunciou uma investigação formal das dioceses e seminários envolvidos em escândalos sexuais. Nas últimas semanas, o Vaticano tem sido obrigado a lidar com uma série de acusações não só na Irlanda, mas também na Alemanha, Áustria e Holanda.

“Vocês sofreram gravemente e eu verdadeiramente sinto muito... Eu abertamente expresso a vergonha e o remorso que todos nós sentimos”, afirma o papa na carta pastoral. “Eu só posso compartilhar a consternação e o sentimento de traição que tantos entre vocês vivenciaram ao tomar conhecimento desses atos pecaminosos e criminosos e da forma como as autoridades eclesiásticas na Irlanda lidaram com eles”, declarou Bento XVI.

Ele anunciou uma “visita apostólica” de algumas dioceses, seminários e ordens religiosas no país, mas não respondeu à pressão para que os bispos envolvidos sejam afastados.

Visitas apostólicas são espécies de inquéritos em que inspetores encontram-se com bispos, diretores de seminários e conventos e responsáveis por paróquias para revisar a forma como certos assuntos foram conduzidos no passado. O resultado são sugestões de mudança de conduta ou até mesmo ações disciplinares. Fonte: Globo.com


NOTA: O ato de pedir perdão é louvável por parte do líder católico, pois o abuso sexual por parte de seus liderados é um ato contrário ao que se espera de um representante da igreja. É bom pensar seriamente no celibato promovido pela igreja em que os padres não podem casar, a maioria desses casos de abuso sexual poderiam ser evitados se os representantes católicos pudessem constituir famílias e sentissem na própria pela a responsabilidades de pais, pois assim saberiam dar valor as crianças e adolescentes.

Beber moderadamente não traz benefícios

Um estudo realizado na Itália com 3 mil adultos aponta que beber moderadamente pode não trazer os benefícios proclamados por outras pesquisas. O estudo foi feito com pessoas de 70 a 79 anos e mostra que fatores ligados ao estilo de vida, como exercícios e alimentação saudável, são muito mais ligados à saúde do que a o costume de beber pouco ou moderadamente. De acordo com os pesquisadores da Universidade de Ferrara, beber uma ou duas doses alcoólicas diárias podem simplesmente ser um costume de pessoas saudáveis, e não o motivo pelo qual elas têm saúde. Vários estudos mostram que pessoas que bebem moderadamente vivem mais que os abstêmios e as que bebem muito. Pesquisas anteriores mostram que existe uma relação entre o consumo de álcool e a mortalidade, em que o risco de morte diminui com algumas doses semanais e aumenta quando as doses também são em maior número. O principal motivo apontado para isso é a diminuição do risco de doenças cardiovasculares em pessoas que bebem moderadamente. Além disso, o álcool serve como afinador do sangue e reduz o risco do entupimento de artérias, como a aspirina. Porém, muitas pesquisas passaram a relacionar a bebida com inúmeras melhorias fisiológicas, desde capacidade cognitiva a cura de resfriados, levando à suspeita dos pesquisadores italianos. [Mudanças saudáveis no estilo de vida, sem os riscos do consumo de álcool, levam aos mesmos benefícios.]

A equipe que fez o estudo analisou um questionário feito com os participantes da pesquisa, que responderam sobre a sua ingestão de álcool e problemas comuns durante a terceira idade, como dificuldades cognitivas, quedas e declínio das funções corporais. Os resultados mostraram que as pessoas que afirmaram beber moderadamente têm estas funções em melhor estado que aquelas que não bebem ou que bebem muito.

A pesquisa, entretanto, foi mais fundo na questão: outro questionário foi feito para observar características relacionadas ao estilo de vida, como atividades físicas, peso, educação e renda. Quanto mais o estilo de vida era levado em consideração, menos o consumo de álcool parecia ter um papel importante para os resultados positivos durante a idade avançada.

Além disso, os pesquisadores consideraram que, muitas vezes, os abstêmios deixam de beber devido a medicações usadas para tratar doenças ou até mesmo porque se sentem doentes ou fracos para ter o hábito. [...] Fonte: saúde e família

Bairros mais ricos de SP têm maior taxa de suicídio

Um estudo feito com dados da Prefeitura de São Paulo e do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) mostra que, de 1996 a 2005, regiões centrais da cidade apresentaram o dobro da taxa média de suicídios da periferia. Enquanto os bairros centrais tiveram, em média, 6,3 casos para 100 mil habitantes por ano durante o período estudado, aqueles localizados em áreas mais distantes, na zona sul da cidade, apresentaram 3,3 casos. Ocorreram 4.275 mortes por suicídio no período. O trabalho, feito na USP (Universidade de São Paulo), será publicado em livro. O pesquisador afirma que o elevado grau de urbanização e o isolamento típico das grandes cidades – características que podem estar relacionadas a maiores índices de suicídio – são encontrados em São Paulo principalmente na área central.

“Em São Paulo, existe uma relação da localidade com a renda – a periferia é mais pobre. Alguns estudos mostram que países mais ricos têm taxas mais altas de suicídio. Trouxemos essa discussão [da renda] para nossa pesquisa”, diz o geógrafo Daniel Bando, responsável pelo trabalho.

Além da renda, a pesquisa também relaciona outros fatores de risco de suicídio, mencionados pela OMS (Organização Mundial da Saúde), às maiores taxas nos bairros centrais. Segundo dados do IBGE, esses locais concentram mais solteiros e separados, estados civis relacionados a maiores chances de suicídio. Em contrapartida, há maior percentual de casados na periferia.

A migração também é fator de risco. Alguns bairros centrais são conhecidos por suas comunidades estrangeiras e de outras partes do país. “Regiões em que as pessoas perdem suas características culturais têm índices mais altos de suicídio. No caso dos migrantes brasileiros, não existe a barreira da língua, mas as culturas podem ser muito diferentes em uma cidade muito mais complexa do que as de origem desses novos moradores”, explica a psiquiatra Sabrina Stefanello, membro da Associação Brasileira de Psiquiatria e pesquisadora em suicídio na Unicamp (Universidade Estadual de Campinas).

No Brasil, estimativas sugerem que ocorram 24 suicídios por dia, mas o número deve ser 20% maior, pois muitos casos não são registrados. A quantidade de tentativas é de dez a 20 vezes mais alta que a de mortes.Entre os jovens, a taxa multiplicou-se por dez de 1980 a 2000: de 0,4 para 4.

O número de casos de suicídio cresceu 60% nos últimos 45 anos, de acordo com a OMS. A organização estima que, de 2002 a 2020, o aumento será de 74%, chegando a um suicídio a cada 20 segundos – hoje, a taxa é de um a cada 40 segundos.

“O que há de mais concreto [para explicar o aumento] é a associação com transtornos mentais, principalmente a depressão, mais presente e identificada hoje”, diz Stefanello.

Pessoas que pensam em tirar a própria vida costumam manifestar sinais. “A maioria comenta com alguém próximo. Existe um mito de que quem quer se matar não fala, mas não é verdade. Dizer algo como ‘minha vida não vale mais a pena’, mostra desesperança”, diz.

(Folha de S. Paulo, 18/3/2010)

Nota: Urbanização, isolamento, solteirice e separação, perda de características culturais, maior número de suicídios entre os jovens e depressão – esses parecem ser os frutos da nossa sociedade “moderna”. Curiosamente, alguns desses “estilos de vida” (como a busca do “sucesso” na cidade grande e a vida sem compromisso) são justamente os que acabam sendo valorizados em filmes e novelas. Ao que tudo indica, o ser humano foi projetado para um tipo de vida bem diferente, já que esse propagado pela mídia não o está satisfazendo. Quando lemos o livro das origens, o Gênesis, constatamos que Deus criou o ser humano num jardim e o fez para não viver sozinho. Deu para o homem uma mulher e os uniu em matrimônio. Ordenou-lhe crescer e se multiplicar, a fim de que se realizassem ainda mais em companhia de seus semelhantes (vida social). Para que não perdessem suas “características culturais”, orientou-lhes transmitir de pai para filho os princípios que lhes deveriam reger a vida, tendo, por fim, registrado esses princípios na Bíblia Sagrada. Assim, não deve causar surpresa o fato de que as pessoas que vivem à luz desses princípios tenham uma vida mais feliz, saudável e plena. Elas olham para o futuro com esperança enquanto vivem bem o agora (tanto quanto possível ou dependa delas). O mundo está mesmo na contramão, e por isso muita gente quer “escapar” dele.[MB] Fonte: Criacionismo.com

O mundo está mudando

“O mundo está mudando: posso senti-lo na terra, posso senti-lo na água, posso farejar no ar” (palavras ditas pelo personagem Barbárvore, da saga Senhor dos Anéis, livro 3, O Retorno do Rei*)

A frase acima, escrita por Tolkien há mais de meio século, enquadra-se perfeitamente no tempo em que vivemos. Podemos sentir os sinais na terra, na água e no mar. Às vezes, sinto como se o mundo se preparasse para um evento grandioso, algo que realmente mudará tudo o que vemos e conhecemos.

Não quero parecer alarmista, mas basta olhar ao nosso redor. Os sinais estão em toda parte. Terremotos (terra), tsunamis (água), mudanças climáticas (ar). Parece que tudo anuncia que o mundo está mudando, como que indicando o “princípio das dores” – Marcos 13:8: “Porque se levantará nação contra nação, e reino, contra reino. Haverá terremotos em vários lugares e também fomes. Estas coisas são o princípio das dores.”

Até o tempo parece estar passando mais rápido. Mal começamos a semana e ela está terminando. Mal entramos no ano e logo ultrapassaremos a metade de seu primeiro trimestre.

Ainda me lembro de uma época em que o ano parecia não passar. O ano realmente parecia “um ano”. Agora, esse mesmo período parece “voar”, como dizem.

A princípio, pensei que essa velocidade do tempo fosse consequência de meu novo estilo de vida adulto. Na juventude, talvez, os dias pareciam passar mais devagar. Agora, com tantas responsabilidades e agenda sempre lotada, eu teria essa impressão de que o tempo passa mais rápido.

Com isso em mente, questionei um amigo de mais experiência. Quando eu era garoto, ele estava justamente na minha atual fase de vida. Perguntei-lhe: “Na sua época de maior atividade, parecia que o tempo passava tão rápido?” “Não”, ele respondeu. “Mesmo com toda a correria daquela fase, ainda sinto que hoje está diferente.”

Só posso reafirmar: o mundo está mudando. Há coisas grandiosas para acontecer e a terra as anuncia. Não temos ideia de quanto demorará para acontecer – se breve ou se a passos lentos –, mas uma cosia é certa: irá acontecer!

Mas uma questão se impõe: O que vai acontecer? Quer mesmo saber? Não vou contar. Você vai ter que pesquisar por si mesmo, mas posso dar uma dica de onde encontrará todas as respostas (clique aqui).

* Na versão cinematográfica esta fala é de Galadriel e é a introdução do primeiro filme.

P.S.: Ouço os passos de um Deus que Se aproxima.

(Denis Cruz, www.deniscruz.com.br) Fonte: Criacionismo.com

Reflexão:


Ouro no cofre

Amo os Teus mandamentos mais do que o ouro, mais do que o ouro refinado. Salmo 119:127

Certa vez, um grupo de índios apaches capturou um cofre do exército americano. O cofre pesava 200 quilos e tinha um segredo – uma combinação de números na fechadura.
Os índios haviam observado o cofre sendo transportado de um posto do exército a outro, e tinham certeza de que havia ouro dentro dele. Mas como abri-lo?

Primeiramente golpearam a fechadura com pedras, esperando que de tanto bater, ela se abrisse. Como isso não adiantou, eles atacaram a porta de aço com suas machadinhas. Depois de destruírem as machadinhas nessa tentativa, eles decidiram testar o cofre no fogo. Acenderam uma fogueira e assaram o cofre durante horas a fio. Mas não conseguiram obter o que queriam, pois o cofre apenas esquentou, mas não se abriu.

Daí os índios arrastaram o cofre pela encosta de uma montanha, e lá de cima o empurraram por um penhasco, esperando que, ao cair pesadamente sobre as rochas lá embaixo, ele se abrisse como uma melancia. Nada. Só as rodinhas do cofre se quebraram e caíram. A seguir, eles apelaram para a tecnologia do homem branco, tentando explodi-lo com pólvora. Mas o cofre resistiu.

Então resolveram deixá-lo de molho dentro do rio, para ver se ele amolecia. Mas uma semana depois, o cofre continuava duro como sempre.

Quando a paz voltou a reinar na região, um ou dois anos mais tarde, o governo enviou uma tropa armada para resgatar o cofre. E eles o encontraram no fundo de um riacho, com o topo para fora dágua, e rodeado de pedaços de troncos. Foi trazido de volta para o forte, e ao ser aberto, ali estavam intactos, 7.000 dólares em moedas de ouro. No século 19 isto era muito dinheiro.

O verdadeiro caráter cristão se assemelha a esse cofre indestrutível. Você pode jogar um indivíduo de caráter como Daniel, numa cova de leões, ou numa prisão, como Paulo, Silas ou José, e eles sairão de lá com o seu tesouro intacto.

José tinha apenas 17 anos e era um moço cheio de energia e sonhos, quando seus irmãos o venderam como escravo para o Egito. No caminho, passaram perto das tendas de seu pai. José tinha tudo para se desesperar. Mas “sua alma fremiu ante a elevada resolução de mostrar-se fiel a Deus” (Patriarcas e Profetas, p. 214).

Tal e qual esse velho cofre, o caráter de José resistiu a todas as provas. E Deus o recompensou, alçando-o da prisão para o palácio de Faraó.

Fonte: Advir.com

Jovens envolvidos em Pequenos Grupos

Logo-marca do Pequeno Grupo


Confraternização no Pequeno Grupo


Agleston, Fábio, Wanderlan e Jefferson


Débora, Clécia, Anny Kátia, Wanessa e Paula


Impregnados de Cristo

O departamento jovem da Igreja Central de Santa Cruz do Capibaribe-PE, dividiu a juventude em Pequenos Grupos para evangelizar, confraternizar e conservar os jovens. Dois Pequenos Grupos foram abertos, um deles é o Pequeno Grupo IMPREGNADOS DE CRISTO, nome sugerido depois que um irmão disse a seguinte frase: "O irmão Marcos foi impregnado pelo Espírito Santo". A juventude não perdeu tempo adotou esse nome e agora tem a responsabilidade de honrar o nome de Deus através dos Pequenos Grupos.

Suspeito de matar Glauco queria provar ser Jesus, dizem parentes


Ampliar FotoFoto: Divulgação

Carlos Eduardo Sundfeld Nunes foi atrás do cartunista, diz polícia (Foto: Divulgação)

O universitário Carlos Eduardo Sundfeld Nunes, suspeito de assassinato contra o cartunista Glauco, queria ajuda para provar à mãe que é Jesus. A versão foi contada nesta sexta-feira pela enteada do cartunista, segundo o cunhado de Glauco, Douglas Pinheiro, que a acompanhou durante depoimento em Osasco.

Segundo Pinheiro o suspeito rendeu a família e queria levar todos para sua casa para que eles o ajudassem a convencer a mãe de que é Jesus. Glauco resistiu à ideia de levar todos e se prontificou a ir sozinho, mas ainda assim foi atingido por quatro tiros.

Primo de Glauco e um dos fundadores da Igreja Céu de Maria, Orlando Cardoso de Oliveira, disse que o suspeito rendeu a enteada do cartunista e a fez bater na porta da casa de Glauco.

Segundo ele, Glauco saiu da casa e teve uma arma apontada para a cabeça. Foi quando o suspeito pediu que ele o acompanhasse até a casa dele.

“Ele escolheu o Glauco talvez pelo fato de ele ser um líder e carismático”, disse Oliveira. Quando Glauco já estava entrando no carro, o filho Raoni chegou, de acordo com o parente. O suspeito, então, ameaçou se matar e chegou a apontar a arma para a própria cabeça.

“Ele [o suspeito] estava afastado há seis meses da igreja. E não usava nenhum remédio psiquiátrico. Quem toma medicamento, não pode ingerir o daime.” Segundo Oliveira, em 2009, 11 mil pessoas passaram pela igreja fundada por ele e por Glauco.

Fonte: Globo.com

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