Anuciando Esperança Que em Breve Jesus Voltará

“Não valeu a pena”, diz Bruna Surfistinha

Por trás da personagem Bruna Surfistinha, a mulher de verdade, Raquel Pacheco, 26, diz que se arrepende da vida de garota de programa. “Não valeu a pena”, admite. Longe das piadinhas disparadas no Twitter, Bruna, ou Raquel, lamenta os estragos em sua vida. “Quase morri. Cheguei até a ter uma overdose”, diz. “Sem falar que não é nada fácil ter seis ou sete caras todos os dias em cima de você.” Da vida dura, porém, ela tirou um blog que logo bombou na rede. Depois veio livro e filme. Mas, apesar da grana, da fama e de um pacote de maluquices, ela conta que, no fundo, só queria amor. “Achava que meus pais não me amavam, mas hoje entendo que me amaram da maneira deles.” Filha adotiva, desde os 17, quando fugiu de casa por brigas familiares, ela nunca mais viu os pais. Mas deixa claro que gostaria de revê-los. Por fim, com os olhos marejados, conclui: “Fui muito rebelde. Hoje não faria o que fiz. Família é muito importante.”

(Folha de S. Paulo, 14/3/11)

Nota: Nunca é tarde para reconhecer os erros do passado e desejar um futuro melhor. Geralmente, quando amadurecem um pouco, as pessoas acabam reconhecendo o que realmente é importante na vida (alguns se dão conta disso apenas no leito de morte, outros, de coração mais duro, nem ali). Pena que a literatura e o cinema tenham ajudado a glamourizar a vida que Raquel agora repudia e da qual se arrepende. Influenciados por essa mídia permissiva e depravada, quantos jovens terão que quebrar a cara e o coração antes de reconhecer que os planos de Deus para o ser humano são sempre os melhores? Deus nos criou e sabe o que nos faz felizes. Ele criou um homem para uma mulher a fim de viverem a intimidade no contexto matrimonial. Assim há felicidade, e pesquisas recentes mostram exatamente isso (confiraaqui e aqui). Mesmo entre os jovens tem havido uma reavaliação de valores e comportamentos (confira). Libertinagem, intemperança, descrença, etc. mais cedo ou mais tarde trazem infelicidade justamente porque vão de encontro ao projeto de Deus para o ser humano. Heinrich Heine que o diga. Se você procura viver uma vida de princípios, não dê o primeiro passo rumo à desobediência e ao engano. Se errou, como Raquel, reconheça isso, peça perdão a Deus e forças para mudar. Aos que confiam no poder da oração, convido-os a orar por Raquel, para que ela finalmente encontre o verdadeiro amor (1 João 4:8).[MB]

Um novo começo. Marquinhos Maraial

Médico cristão é demitido por publicar estudo

Um médico cristão diz ter sido “sacrificado no altar do politicamente correto” depois de ser demitido como conselheiro antidrogas. O Dr. Hans-Christian Raabe, um respeitado médico, foi demitido por deter visões “embaraçosas” sobre o homossexualismo. Ativistas antidrogas tinham até comemorado a indicação dele ao Conselho Consultivo sobre o Mau Uso das Drogas (ACMD), pois, ao contrário da maioria dos integrantes, Raabe defendia uma política agressiva contra as drogas, enquanto os outros preferiam focar no modo mais seguro de consumo.

O Dr. Raabe disse ao Daily Mail: “Tenho sido discriminado por causa das minhas opiniões e crenças, que estão em sintonia com o ensinamento das principais igrejas. Isso estabelece um precedente perigoso: estamos dizendo que ser cristão é agora um impedimento ao emprego público?”

Ele adicionou: “Minha nomeação foi revogada baseada na falsa percepção de que eu poderia potencialmente discriminar pessoas gays - algo que eu nunca fiz; nem na minha vida privada, nem na vida profissional. Mesmo o Home Office não questionou meu conhecimento e experiência em matérias relacionadas a mau uso de substâncias e política de drogas. Minha nomeação foi revogada simplesmente como resultado de minhas visões sobre assuntos que não são relacionados à política de drogas.”

O Home Office disse que Raabe foi demitido porque não revelou um relatório que “levanta preocupações sobre sua credibilidade em prover conselhos equilibrados em questões relacionadas ao mau uso de drogas”. Como parte da entrevista, Raabe foi orientado a revelar qualquer coisa sobre sua história pessoal ou profissional que pudesse causar embaraço ao Home Office ou ACMD.

Os comentários sobre homossexualismo e pedofilia foram retirados de umpaper científico que ele escreveu com outros seis médicos, há seis anos. Opaper “Casamento gay e homossexualismo: alguns comentários médicos” obteve conclusões de pesquisas e estudos de outros acadêmicos. Usando esses dados, Raabe e seus colegas concluíram que há um “número desproporcionalmente maior de homossexuais entre os pedófilos”, e alerta que isso é de “grave preocupação”.

O Dr. Raabe disse: “Em meu caso - detendo visões cristãs tradicionais - estou sendo discriminado por um ministro do Home Office e estou sendo sacrificado no altar do politicamente correto.”

Criança sobreviveu ao abutre, fotógrafo sucumbiu à dor

Kevin Carter disparou, em 1993, no Sudão, a foto que lhe viria a custar a vida, paradoxalmente, eternizando o fotógrafo sul-africano na galeria dos maiores repórteres fotográficos, com um “frame” icônico, o retrato de uma tragédia que não precisa de uma sílaba sequer. Quando fotografou aquela cena, em Ayod, no Sudão, em 1993, Kevin Carter teria visto, como quase toda a gente, na imagem de um abutre postado atrás de uma criança desnutrida, a metáfora perfeita para a fome que grassava, e matava, no Sudão. Disparou e pouco depois entrou no avião. O New York Times publicou a foto, que em 1994 viria a ganhar o prestigiado prêmio Pulitzer. Kevin Carter não suportou a glória de uma imagem que lhe recordaria a sua própria mortalidade, a sua própria face humana, que naquela tarde de 1993, no Sudão, se deixou dominar pelo brio profissional de capturar a imagem que melhor demonstrasse a tragédia que varria o Sudão. Conseguiu-o.

O Mundo viu, nessa foto, a morte e a fome, a morte pela fome. A opinião pública apressou-se a julgar e a condenar sumariamente a alegada frieza com que teria agido Kevin Carter, considerando que o fotógrafo poderia, e deveria, ter feito alguma coisa para salvar a criança. Kevin sentiu o mesmo e foi essa dor que o levou a pôr termo à própria vida, incapaz de suportar a ideia de não ter ajudado a salvar uma vida. [...]

A história de Carter é a de uma talvez infundada má consciência que o atirou para o consumo compulsivo de drogas, segundo o relato de dois amigos, Greg Marinovich e João Silva. [...] João Silva [...] foi o destinatário da carta deixada por Kevin quando do suicídio. A carta, conta João, “era enraivecida”. Nela, explica, Kevin justificava as drogas como “recurso fácil para a dor que sentia”.

Afinal, sabe-se agora, não era preciso ajudar aquela criança, que estava sendo ajudada pela ONU. Conta o El Mundo que a própria imagem ajuda a contar a história desconhecida, até agora, de Kong Nyong, a criança que escapou ao abutre e fintou a fome e a vida de Kevin Carter. Na mão direita da criança, vê-se uma pulseira de plástico da ajuda alimentar da ONU. Ampliando a foto, pode-se ver inscrita a sigla “T3”. “Usavam-se duas letras: ‘T’ para a malnutrição severa e ‘S’ para os que só necessitavam de alimentação suplementar. O número indica a ordem de chegada ao centro alimentar”, contou Florence Mourin, que coordenava os trabalhos naquele campo improvisado de ajuda alimentar.

Feita a explicação, a história, embora dura, parece mais linear: Kong Nyong sofria de malnutrição severa, foi o terceiro a chegar àquele centro e estava recebendo ajuda. Sobreviveu à fome e evitou o abutre. Segundo o pai, morreu em 2006, jovem adulto, vítima “de febres”, não de fome. Kevin Carter é que já não está aqui para testemunhar essa descoberta dos repórteres do El Mundo.

(Jornal de Notícias)

Educação em Chamas

Teatro Municipal lotado


Projeto Educação em Chamas


Abertura


Pres. da Câmara de Vereadores


Vera e Marcos recepcionando os Pastores Jurandir e Geovane Queiroz

O Projeto Educação em Chamas, promovido pela União Nordeste Brasileira, chegou em Santa Cruz, no Teatro Municipal, onde o povo adventista se fez presente, bem como o Presidente da Câmara de Vereadores Fernando Aragão, além de pastores distritais, departamentais e dos pastores Geovane Queiroz (Pres. União Nordeste Brasileira) e Jurandir Reis (Missão Pernambucana Central), foi uma noite bastante movimentada onde a Educação Adventista foi destacada por todos, mostrando a importância dessa instituição de ensino.

Um jeito novo de viver

Ela deixou a fama de lado para encontrar a verdadeira felicidade

Ana Caram nasceu em Presidente Prudente, interior de São Paulo, em 1958. Aos 13 anos de idade já gravava jingles e ganhou vários prêmios interpretando canções próprias em festivais. Fez estudos de composição e regência na Unicamp, cantou em casas noturnas e viajou pelo mundo apresentando a música popular brasileira em países como Estados Unidos, Japão, Alemanha e em lugares da Europa e África. Reconhecida por publicações importantes como o jornal New York Times, Ana foi citada por uma revista especializada entre os duzentos maiores cantores de jazz do mundo. Seu primeiro CD contou com a participação dos músicos Tom Jobim e Paquito D’Rivera e ajudou a difundir a bossa nova pelo mundo.

Mesmo no alto da fama e com uma carreira promissora, Ana afirma que nunca havia sentido paz e verdadeira realização, até que um dia encontrou esperança nas páginas da Bíblia Sagrada. Ana superou o preconceito que tinha contra o cristianismo, estudou as Escrituras e, finalmente, descobriu novo sentido para a vida. Ou seria a verdadeira “bossa nova”? A palavra “bossa” era um termo da gíria carioca que, no fim dos anos cinquenta, significava “jeito”, “maneira”, “modo”. Quando alguém fazia algo de modo diferente, original, de maneira fácil e simples, dizia-se que essa pessoa tinha “bossa”. Graças a Jesus, Ana descobriu um novo jeito de viver – o único que traz verdadeira paz.

Batizada em 2005 na Igreja Adventista do Sétimo Dia, desde então vem usando seu talento para honrar o nome de Deus. Nesta entrevista concedida a Michelson Borges, ela conta mais detalhes dessa bonita história de conversão. [Leia mais]

Igreja Central em Reformas

Parte frontal da igreja


Lateral com pilares


Pr. Everaldo e Marcos de Vera acompanhando os trabalhos

A Igreja Adventista do Sétimo Dia( Central ) de Santa Cruz Do Capibaribe-PE, será reconstruida durante este ano. Ela é considerada a "Igreja Mãe" de nossa terra, pois foi a primeira igreja adventista da cidade e ajudou a construir várias outras igrejas, bem como a pagar o aluguel de outras. No final de 2010 o Pr. Paulo Gomes junto com a liderança topou o desafio de reconstruir a igreja, um projeto ousado que foi aceito também pelo Pr. Everaldo, recém-chegado a Santa Cruz, que com a nova liderança, esperam dar continuidade as obras, para isso não estão medindo esforços para realizar o sonho de ver " a mãe de roupa nova", como bem diz Marcos de Vera, um dos lideres da Igreja Central. Aqueles que quiserem colaborar com esse sonho, entrem em contato conosco, pelo fone (81) 37318634 e 92112344. Deus haverá de suprir todas as nossas necessidades.
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