Anuciando Esperança Que em Breve Jesus Voltará

Precisamos de adventistas dos sete dias e não apenas no sétimo dia

No mês de julho deste ano, tive o privilégio de visitar outra vez a cidade de Battle Creek, Estados Unidos. Esse foi o lugar onde nossa igreja se organizou e cresceu. Ali foi dado o ponto de partida para nossa obra de publicações, saúde, educação e nossa mensagem tomou corpo. Junto com um grupo de jovens e adultos de diferentes partes da América do Sul, fomos à “Vila da Herança Adventista”. Nela está a casa de Ellen White e o quarto onde escreveu O Grande Conflito, depois de uma dura batalha contra o inimigo. Estão ali também duas réplicas de nossas primeiras igrejas e da primeira escola, entre outras lembranças de nossa história. É sempre uma inspiração voltar a esse lugar.
Após a visita à “vila adventista”, nosso grupo foi ao cemitério Oak Hill, onde estão sepultados muitos pioneiros, inclusive Ellen White e sua família. Ao redor do túmulo da família White, conversamos sobre a história de nossa igreja e relembramos também um pouco da vida de Guilherme Miller. Alguém me perguntou se conhecia um texto em que Ellen White fala dos anjos que guardam o túmulo dele. Realmente, em Primeiros Escritos, p. 258, ela diz que “os anjos vigiam o precioso pó deste servo de Deus, e ele ressurgirá ao som da última trombeta”. Ali perto do túmulo de Ellen White ficamos imaginando que, se os anjos estão guardando o túmulo daquele que serviu de instrumento nas mãos de Deus para resgatar a mensagem da segunda vinda, será que também não haveria um grupo de anjos ali, guardando o túmulo daquela que também foi usada de maneira tão poderosa para transmitir a mensagem de Deus e preparar um povo para o encontro com Ele? Sentimo-nos em um lugar especial para Deus, e nos emocionamos com isso.
Nossa conversa voltou, porém, para Guilherme Miller. Ele foi o homem usado por Deus para agitar os Estados Unidos de seu tempo com a mensagem da volta de Jesus. Após a grande decepção de 1844, ele continuou marcando novas datas para a segunda vinda e nunca se uniu ao movimento que deu origem à Igreja Adventista do Sétimo Dia. Mas, apesar disso, será que ele vai estar entre os salvos? Você viu na citação anterior, de Primeiros Escritos, a resposta positiva de Ellen White quando ela disse que “ele ressurgirá ao som da última trombeta”. Essa situação destaca um ponto muito importante que deve nos servir de alerta. Se ele nunca aceitou a verdade revelada aos nossos pioneiros, mesmo tendo oportunidade, como estará salvo?
Ellen White nos ajuda a entender essa questão, quando diz: “Se tivesse sido possível a Guilherme Miller ver a luz da terceira mensagem, muita coisa que lhe parecia escura e misteriosa teria sido explicada. Mas seus irmãos professavam tão profundo amor e interesse, que ele achou não dever romper com esses. Seu coração se inclinava para a verdade, e então ele olhava para seus irmãos, que se opunham a ela. Podia afastar-se dos que com ele tinham permanecido lado a lado na proclamação da vinda de Jesus? Ele pensava que certamente não poderiam levá-lo ao extravio. Deus permitiu-lhe cair sob o poder de Satanás, o domínio da morte, e escondeu-o na sepultura, afastando-o daqueles que o estavam constantemente desviando da verdade. Moisés errou quando estava prestes a entrar na Terra prometida. Assim também, compreendi que Guilherme Miller errou quando já estava perto de entrar na Canaã celestial, ao permitir que sua influência fosse contra a verdade. Outros levaram-no a isto; outros darão conta por isto” (Primeiros Escritos, p. 258).
Ele errou ao não aceitar as verdades, mesmo com seu coração se inclinando a elas. A culpa de seu erro será passada àqueles que o levaram a se afastar da revelação. Eles “darão conta por isso”. Significa que alguém pode errar e outro ser culpado? Uma pessoa pode pecar e ter a culpa dividida com outra? A história de Guilherme Miller mostra que sim.
Você pode entender como isso acontece, imaginando uma família adventista que vive de maneira totalmente descomprometida em casa, com muita confusão e desrespeito. No sábado, aparecem bem arrumados para ir à igreja. Os vizinhos que os observam dizem: “Que absurdo! Essa família não tem nada de religião. Se tivéssemos que escolher uma igreja, essa seria a última opção.” Possivelmente, esses vizinhos nunca aceitarão nossa fé. Serão culpados por não aceitar a verdade, mas a família que deu mau testemunho também terá parte da culpa, porque foram os responsáveis por fechar a porta daqueles corações. Você entende?
Essa situação é mais uma forte razão para vivermos a vida cristã de forma verdadeira, conectados permanentemente com Cristo e refletindo essa comunhão no estilo de vida. Precisamos ter uma vida diferente, que chame a atenção para o bem. Carecemos de adventistas dos sete dias e não apenas no sétimo dia. �
O pastor Erton Kohler escreve mensalmente para a Revista Adventista, periódico mensal publicado pela Casa Publicadora Brasileira.

Fonte: Revista Adventista (agosto de 2009)
http://www.cpb.com.br

Um Homem com Deus, Um Homem de Poder




Durante o Retiro dos homens, promovido pelo Ministério da Mulher, surgiu a idéia da criação de um grupo de homens que se reunisse sistematicamente, com o objetivo de buscarem mais poder através da oração, esse grupo foi criado e começou seus trabalhos realizando cultos nas quintas-feira a noite, cada culto em uma igreja diferente, durante o culto além da oração, há testemunhos, louvores e projetos que são realizados nos finais de semana tais como: visitação, recreação, projetos sociais, etc. O Primeiro projeto social realizado pelos Homens de Poder foi a visita a um centro de recuperação de homens dependentes de alcoolismo, no interior do nosso município, onde na oportunidade levamos esperança através da Palavra de Deus, louvores e testemunhos de irmãos que um dia tiveram suas vidas entregue ao vício do alcool, mas Cristo os libertou, com certeza Deus quer usar cada um de nós para salvar outros do pecado.

Sábado - Descanso para o coração

COMPULSÃO SEXUAL




A compulsão sexual é caracterizada por uma grande número de fantasias sexuais que ocupam a mente do indivíduo, deixando-o inquieto, e que o impede de fazer outras coisas de maneira dedicada, concentrada e coerente. Ele só “pensa naquilo” e têm fantasias sexuais durante todo o tempo e não consegue concentrar-se em outra coisa que não sejam estas fantasias. Normalmente, tais indivíduos não ficam só na fantasia, e a doença os leva aos comportamentos sexuais exagerados e, às vezes, perigosos. Considera-se que para determinar um diagnóstico de compulsão sexual, esse comportamento acima descrito deve durar pelo menos seis meses.
A diferença entre compulsão e obsessão está na necessidade repetitiva de realizar atos sexuais. A atividade sexual passa a dominar as atividades da vida diária da pessoa e acarreta prejuízos, ou seja, a pessoa perde o controle do impulso sexual, sente uma constante necessidade de buscar sexo (em muitos casos, não necessariamente com o coito) e vira dependente. A obsessão tem menor intensidade de ansiedade e traz menos conseqüências sociais. Em sexo, não há regras definidas de certo ou errado nem de muito ou pouco. Há pessoas que necessitam de sexo mais do que outras e não podem ser rotuladas de viciadas.
Não é pensar em sexo, mas sim, pensar de uma forma compulsiva, repetitiva, e que não consegue evitar. As mulheres são em menor número na compulsão sexual, mas não na compulsão por comida, álcool, drogas onde a porcentagem é maior.
O processo até a compulsão sexual geralmente não ocorre rápido. O impulso sexual quando demasiadamente reprimido, ressurge em subprodutos como a doença mental, compulsão sexual neurótica, e os desvios de conduta. O impulso sexual é o componente psicossomático do comportamento sexual, é o fluxo vital das energias sexuais. A sua manifestação pode sofrer influência externa, através da cultura, da educação, dos mitos do que é certo ou errado. O homem necessita equilibrar as forças do impulso sexual, conduzindo-o para formas de comportamento sexualmente aceita na sociedade.
Os prejuízos para o compulsivo sexual são muitos, tanto na esfera pessoal e social. Quando é descoberto o preconceito é grande, pois gera medo e ansiedade nas pessoas que convivem com o compulsivo. Desta forma ele é colocado de lado e repudiado pela sociedade. Na esfera pessoal o seu sofrimento por fazer o que não aceita leva desde a dificuldades de relacionamento até o suicídio.
Existem alguns tratamentos que dependem inicialmente da própria pessoa perceber a necessidade de ajuda e procurar o acompanhamento de um terapeuta que vai tratar a sua grande ansiedade. A terapia é fundamental e busca as raízes do problema. Também é importante ingressar em um grupo de auto-ajuda no moldes dos Alcoólicos Anônimos, onde a troca de experiências faz com que o paciente aprenda mais sobre a dependência e como lidar com ela. Medicamentos também podem ser usados de uma forma sintomática, diminuindo a ansiedade, dando tempo para se ter os resultados da terapia. Sempre a participação do companheiro(a) é essencial para qualquer terapia, pois é com ela que ele mais convive, mais confia e que nos momentos de maior ansiedade pode, por meios aprendidos pelo tempo de convívio, aliviar e relaxar o parceiro. Ela deve estimular o tratamento pela terapia e deixar claro que pode contar com a sua ajuda e que espera com os bons resultados do tratamento poder curtir muitos bons e intensos momentos sexuais com muito carinho e afetividade.
por CELSO MARZANO (extraido)

Reflexão: Eu - Deus = Nada




Quando olho para o céu, que Tu criaste, para a lua e para as estrelas, que puseste nos seus lugares – Que é um simples ser humano para que penses nele? Que é um ser mortal para que Te preocupes com ele? Salmo 8:2, 3


Thaís chamou a atenção para a frase escrita na traseira do caminhão que seguiam. Dizia assim: “Sem você, Deus é Deus. Mas você, sem Deus, não é nada.”

Essa é uma verdade que aparece várias vezes na Bíblia. A linguagem pode ser outra, mas a idéia é a mesma.

Deus não depende do ser humano para ser quem Ele é. Quando Moisés perguntou o nome de Deus, Ele disse: “Eu Sou o que Sou” (Êxodo 3:14). Essa expressão é muito profunda. Ela quer dizer que Deus simplesmente é, sempre existiu e sempre existirá. Ele nunca teve começo e nunca terá fim. Ele é eterno. É a origem primária de todas as coisas, visíveis e invisíveis.

É com razão que a Bíblia compara o ser humano à erva que agora existe e logo está seca, à neblina que logo se dissipa e à flor que em pouco tempo fica murcha. Temos início, meio e fim. Deus não. Ele é eterno e ilimitado. E para ser o que é, não precisa do ser humano. Continuará sendo, quer aceitemos isso ou não.

O ar e a água não precisam do ser humano. Nós é que precisamos deles para viver. Sem eles, em pouco tempo nos tornaremos cadáveres.

Também é verdade que dependemos completamente de Deus. Sem Ele não somos nada. NEle existimos e podemos ser alguma coisa.

Quanto antes você aprender o segredo que dá sentido à vida, melhor para você. E aqui está ele: faça do Criador o centro de sua existência. Que todos os seus sonhos, atividades e realizações gravitem em torno dEle. Pois somente Deus pode dar sentido à vida. Ele vai fazer isso se você permitir.

Não seja tolo em querer viver sem Deus. Você precisa dEle tanto ou mais que de ar e de água.

Tenha um dia muito abençoado

Desbravadores participam de salvamento no Pico da Bandeira




VITÓRIA, ES ... [ASN] Líderes de desbravadores participaram de um resgate no Pico da Bandeira, no Parque Nacional do Caparaó, no último final de semana.
O salvamento aconteceu, segundo reportagem de jornais do Espírito Santo, no domingo, e foi decisivo para Paula Ismeria Ribeiro Dias, 25 anos, moradora do município de Serra. Conforme reportagem do jornal Gazeta, “depois de mais de quatro horas de caminhada, ela torceu o tornozelo após pisar em uma pedra. Mesmo assim, continuou a subida em direção ao pico. Já a quase dois mil metros de altitude, Paula percebeu que não poderia prosseguir, devido a fortes dores”.
Ainda de acordo com a publicação, “o marido de Paula, Tarsiano Fornazelle Carvalho, 25, disse que a escalada começou a meia-noite de sábado. De acordo com o sargento Cláudio, do Corpo de Bombeiros de Manhuaçu (MG) o resgate foi acionado por volta das 9h da manhã de domingo, mas chegou somente às 13h, devido ao difícil acesso ao local. Após a chegada da aeronave, a mulher foi levada para Manhuaçu, a cidade mais próxima com uma unidade de pronto atendimento”. Os desbravadores, do Clube de Líderes Guardiães da Fronteira, da Associação Rio Fluminense da Igreja Adventista do Sétimo Dia (ARF), fizeram sua parte e ajudaram o Corpo de Bombeiros. Imagens do resgate podem ser vistas no link.
[Equipe ASN, Jael Eneas, Felipe Lemos]
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