Anuciando Esperança Que em Breve Jesus Voltará

Novidades na Red



Mais uma novidade entra no mundo cristão em especial na red mundial de computadores no meio evangelico, mais uma vez o Blog PortalAdvento ta com novidades alem dos 2 anos na red o blog inovou seu estilo e agora vem com mais novidades, mais intereção, mais informação do mundo cristaõ alem das redes socias ( twitter, orkut. facebook ) na qual voce pode fazer parte. participe visite o nosso blog e confira .


Padres gays, orgias e filhos clandestinos

“Os dois acompanhantes lhe homenageiam, espremendo-o no meio, em um sanduíche. Envolvem-no em uma dança muito sensual. Esfregam-se, rodeiam, esmagam-se, abrem a sua camisa, o acariciam, tocam nele. Dirty dancing a três em uma variação homossexual. O grupo olha para eles de cima a baixo. Apreciam. Aplaudem. Incitam. Assobiam. Cutucam. O francês [no meio dos acompanhantes] é um padre. Poucos dias antes havia celebrado a missa da manhã na basílica de São Pedro. No Vaticano.” A cena é de uma festa em Roma, uma entre as muitas nas quais padres, bispos e cardeais exercem a sexualidade que as regras da sua própria Igreja Católica restringem e condenam, de acordo com a descrição feita pelo jornalista italiano Carmelo Abbate em seu novo livro, Sex and the Vatican - Viaggio segreto nel regno dei casti (em tradução livre, Sexo e o Vaticano - Viagem secreta no reino dos castos).

O fenômeno da sexualidade na Igreja Católica, segundo o autor, é gigantesco e complexo. Fazem parte desse mundo os padres gays que optam por uma vida dupla; os sacerdotes que se relacionam com mulheres clandestinamente; e mesmo os filhos desses relacionamentos, que são abortados, escondidos ou privados de um pai pela vida inteira, para que se evite escândalos. “Entre os sacerdotes que não respeitam a castidade, há muitos que têm uma verdadeira vida paralela, uma companhia fixa com a qual não apenas fazem sexo, mas com quem vivem uma vida escondida, como marido e mulher”, afirmou Abbate, em uma entrevista exclusiva ao UOL Notícias.

O jornalista conta que a investigação, nascida de uma reportagem publicada na revista italiana Panorama, terminou como um extenso mergulho nesse mundo, munido de uma câmera escondida para garantir “provas sobre aquilo que iria contar”. E apesar de ter seu foco em Roma, Abbate garante que o cenário que ele descreve não está restrito ao núcleo do Vaticano. “Da Alemanha à França, da Espanha à Irlanda, da Suíça à Áustria, da Polônia à África, da América Latina aos Estados Unidos e ao Canadá. Acontece a mesma coisa em toda parte do mundo”, afirma.

Procurada pela reportagem, a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) disse que não tinha conhecimento do livro e por isso não poderia comentar os temas citados. Acompanhe abaixo os principais trechos da entrevista.

Em seu livro, o senhor denuncia vários casos de padres que têm uma vida religiosa tradicional ao mesmo tempo em que também exercem sua sexualidade. Como o senhor fez a investigação para chegar a essas histórias? Qual era o seu objetivo em publicar o livro?

Realizei a reportagem com uma câmera escondida, isso com o objetivo de ter provas sobre aquilo que iria contar. O objetivo do meu trabalho é trazer à tona a vida escondida de grande parte do clero católico, como padres que têm uma vida sexual secreta, tanto homossexuais quanto heterossexuais. Há padres que têm uma companhia fixa e até mesmo filhos. E me choca especialmente a atitude da alta hierarquia eclesiástica, o comportamento dos bispos, quando tomam conhecimento das relações secretas dos religiosos, as tentativas de convencer as mulheres a abortarem, dar o filho para adoção, os contratos que garantem o sustento e compram o silêncio das mães com relação à identidade dos pais dessas crianças.

O senhor diz que o Vaticano conhece a questão dos padres gays e mesmo dos abortos. Quais são as verdadeiras dimensões do fenômeno?

Coletar dados para dimensionar o fenômeno é uma tarefa difícil. Difícil porque, como é óbvio, não há estudos e tabelas oficiais, é preciso se contentar com estimativas parciais, que não têm a pretensão de trazer a verdade científica, mas que podem ajudar a entender quão grande é o terreno sobre o qual caminhamos. As tentativas mais articuladas vêm dos Estados Unidos. Segundo vários estudos do psiquiatra Richard Sipe, ex-monge beneditino e ex-sacerdote, 25% dos padres americanos tiveram relações com mulheres depois da ordenação. Outros 20% estiveram envolvidos em relações homossexuais ou se identificam como homossexuais ou se sentiram em conflito com essa questão.

No Brasil, o Centro de Estatística Religiosa e Investigações Sociais (Ceris) realizou uma pesquisa anônima com 758 padres católicos: 41% admitiram ter tido relações sexuais. Metade se diz contrária ao celibato.

Vamos à Europa. Eugene Drewermann, escritor, crítico, teólogo e ex-padre, afirma que na Alemanha, em um total de 18 mil sacerdotes, pelo menos seis mil vivem com uma mulher.

O jornal The Guardian fala de milhares de casos de filhos de padres católicos no Reino Unido. Segundo Pat Buckley, bispo irlandês que fundou um grupo de apoio para amantes de padres, pelo menos 500 mulheres na Irlanda têm uma relação com um padre católico.

E na Itália? Nada de nada. Ninguém nunca tentou esboçar qualquer levantamento. E tente entrar em contato com os psiquiatras que acompanham os casos mais difíceis de padres envolvidos em affairessexuais. Evitam você como se fosse a peste.

Então seria possível afirmar que esse é um fenômeno presente no mundo inteiro?

Da Alemanha à França, da Espanha à Irlanda, da Suíça à Áustria, da Polônia à África, da América Latina aos Estados Unidos e ao Canadá. Acontece a mesma coisa em toda parte do mundo, não só em Roma e nas vizinhanças do Vaticano.

O seu livro conta de padres que procuram espaços para expressar a sexualidade, seja em bares, seja na internet, com perfis secretos no Facebook nos quais assumem a homossexualidade, mas que ao mesmo tempo não desejam abandonar a vida religiosa. Depois de tudo que o senhor conheceu, como vê exigência do celibato?

O celibato não funciona, é óbvio. Nunca funcionou. O sexo é onipresente. Estão envolvidos nesses casos não só padres, mas bispos e cardeais. A cultura do sigilo que permeia a Igreja existe há milênios, ditada pelos eclesiásticos. Os eclesiásticos são um círculo restrito que controla toda a igreja e detém todo o poder, e o poder exige um nível de sigilo. O resto do mundo que fique na ignorância.

O Vaticano nega os casos? Como reage a Igreja?

Para o Vaticano, o centro do problema é o escândalo, não o pecado individual. Porque o escândalo vai além da questão individual e alcança a instituição, alimenta uma série de dúvidas fortes sobre quem é envolvido. O escândalo coloca o problema de uma Igreja que mantém a seu serviço aqueles que não cumprem com sua missão universal, aqueles que traem essa missão. Em resumo, o escândalo afugenta os fiéis da Igreja.

Durante o tempo em que estive envolvido com essa questão, entendi uma coisa: a Igreja não quer problemas. O respeito aos pobres fiéis ingênuos, salvo raríssimas exceções, é fator secundário. Muito diligente nas declarações de princípio, muito hipócrita nas questões práticas: esta é hierarquia vaticana. Esta é a Igreja de Roma. Seu primeiro mandamento é salvaguardar sua espécie, uma espécie a caminho da extinção.

(UOL Notícias)

Nota: Existe, sim, o dom do celibato e alguns personagens bíblicos foram celibatários. Mas é um erro querer impor esse estilo de vida a todas as pessoas, indiscriminadamente. A Bíblia recomenda que os líderes espirituais tenham uma esposa e lhe sejam fieis (o próprio Pedro, suposto “primeiro papa”, era casado). Logo na criação do mundo, antes de trazer a mulher à existência, Deus disse: “Não é bom que o homem esteja só” (Gn 2:18). Esse é o pleno de Deus. Fugir disso por conveniência ou quaisquer outros motivos, sempre traz problemas.[MB]

Casal de negros dá à luz filho branco

Uma possível mutação genética fez com que o filho de um casal negro nascesse com a pele branca e cabelos loiros no Reino Unido. De acordo com os médicos do hospital Leicester Royal Infirmary, o bebê não é albino, talvez tenha ocorrido apenas uma ligeira mutação. As informações são do jornal inglês Daily Mail. Em entrevista ao jornal, Francis Tsibangu relatou que no momento que viu seu filho, o primeiro pensamento foi, “Uau, é realmente meu?”. Até os médicos do hospital ficaram chocados com a criança loira, filha de dois negros. Segundo Francis, que é do Congo, as dúvidas acabaram quando ele olhou para sua esposa e ao abaixar para beijar o bebê pôde ver que ele tem os lábios de sua mulher e o nariz igual ao dele. “Pude ver que ele se parecia comigo e Arlette”, relatou Francis. Arlette confessou que no momento que Daniel nasceu a reação na sala de operações foi chocante, todos ficaram em silêncio. “Os olhares nos rostos dos médicos e das enfermeiras diziam tudo. Todo mundo estava se perguntando por que eu tinha um bebê branco”, contou.

Francis concluiu relatando que nunca houve problemas de infidelidade entre os dois e que sobre as suspeitas que irão acontecer ele não se importa. “Eu sei que vai existir quem diga que minha mulher teve um caso, mas eu confio nela completamente e sei que isso não aconteceu. Mesmo se ela tivesse se envolvido com um homem branco, o bebê nasceria mestiço, com os cabelos pretos, por exemplo, e não lisos e loiros como os de Daniel”, frisou.

O casal já tem um menino de dois anos, Seth, cujas características refletem a ascendência africana. Nenhum teste foi feito em Daniel para comprovar que ele seja realmente filho de Francis.

(O Dia Online)

Nota: Digna de nota a reação dos pais. O amor e a fidelidade deles sobrepuja a desconfiança alheia. Se for confirmada a mutação (e que outra explicação haveria, nesse caso?), possivelmente isso ajudará a entender como pode ocorrer diversificação étnica em pouquíssimo tempo. Bastaria que algum (ou alguns) descendentes de Noé sofresse uma “ligeira mutação” como a do filho de Francis e Arlette, que esse gene modificado fosse legado aos descendentes e houvesse algum tipo de isolamento geográfico que preservasse a característica, para termos uma nova população humana com suas peculiaridades. Na verdade, é até possível que a família de Noé (filhos e noras) já tivesse algum tipo de variação como a cor da pele e/ou do cabelo.[MB]

Indignado com o mal, Jabor ataca Deus

Cada vez que ocorre algum massacre com vítimas inocentes, a revolta e a indignação se levantam e ganham a mídia. Desconhecendo (ou ignorando) a origem e o destino do mal, certos ateus procuram algo ou alguém para descarregar seu grito incontido, e frequentemente erram o alvo. No caso específico do massacre perpetrado pelo jovem Wellington Menezes de Oliveira, em Realengo, na zona oeste do Rio de Janeiro, na manhã do dia 7 de abril, quem foi realmente culpado? Os alunos que na infância do assassino praticaram bullying contra ele? A família que ainda nem foi reconhecer o corpo dele no IML? A sociedade hipócrita que adora programas que revelam o mundo-cão e enche salas de cinema para ver filmes que esbanjam violência? A falta de segurança de muitas escolas? A mídia, que espetaculariza crimes como esse e ajuda homicidas mentalmente perturbados na civilização da imagem a sair da invisibilidade frustrante? Osvideogames que ele jogava? Os que venderam a arma para o bandido? Não. Para Arnaldo Jabor, o culpado é Deus!

A Folha de S. Paulo do dia 8 de abril informou que a mãe adotiva de Wellington, já falecida, era testemunha de Jeová. Numa carta escrita antes de cometer o crime, Wellington registrou: “Preciso de visita de um fiel seguidor de Deus em minha sepultura pelo menos uma vez, preciso que ele ore diante de minha sepultura pedindo o perdão de Deus pelo que eu fiz rogando para que na sua vinda Jesus me desperte do sono da morte para a vida eterna.” Além disso, o rapaz também lia o Alcorão.


Infelizmente, Wellington não é o único que sofre com problemas de “quebra de realidade”. Há aqueles que, mesmo não aparentando psicose, distorcem a realidade a seu bel-prazer. Parece que esse é o caso de Jabor (pelo menos nesse comentário apressado e infeliz). Já li textos bons e lúcidos do cineasta, mas essa crítica me atingiu, sim, pois sou religioso, creio em Deus e não me vi refletido na crônica dele. Vi, sim, a caricatura de uma religiosidade que parece irritar o comentarista global – e que irrita a mim também, tanto quanto a crítica infundada e injusta.

Se eu quisesse ser injusto com ateus como ele, lembraria (porque a mídia secular parece esquecer) que, segundo O Livro Negro do Comunismo, os regimes comunistas ateus foram responsáveis por mais de 100 milhões de mortes, muito mais do que as mortes causadas pela Inquisição e pelas Cruzadas juntas. Mas não quero descer o nível como fez meu colega de profissão, porque sei que nem todos os ateus e comunistas são assassinos e entendo que o fundamentalismo fanático pode acometer religiosos e políticos, entre outros.

Também não desejo ser injusto com os ateus darwinistas, ao lembrar as memórias de Traudl Junge, secretária de Hitler durante a 2ª Guerra. Ela relata no livro Até o Fim suas impressões a respeito do Führer enquanto conviveu com ele e seus colaboradores na “Toca do Lobo”, como era chamado o quartel-general nazista. Num dos trechos do livro, Traudl revela a filosofia de vida e o relacionamento de Hitler com a religião:

“[Hitler] não tinha qualquer ligação religiosa; achava que as religiões cristãs eram mecanismos hipócritas e ardilosos para apanhar incautos. Sua religião eram as leis da natureza. Conseguia subordinar seu violento dogma mais facilmente a elas do que aos ensinamentos cristãos de amor ao próximo e ao inimigo. ‘A ciência ainda não chegou a uma conclusão sobre a raiz que determina a espécie humana. Somos provavelmente o estagio mais desenvolvido de algum mamífero, que se desenvolveu do réptil a mamífero, talvez do macaco ao homem. Somos um membro da criação e filhos da natureza, e para nós valem as mesmas leis que para todos os seres vivos. Na natureza a lei da guerra vale desde o começo. Todo aquele que não consegue viver, e que é fraco, é exterminado. Só o ser humano e, principalmente, a Igreja têm por objetivo manter vivos artificialmente o fraco, o que não tem condições de viver e aquele que não tem valor” (p. 104).

Por que Jabor et al não focalizam o exemplo do fundador do cristianismo, Jesus Cristo, que deu a vida para salvar a de muitos outros? Ou mesmo o exemplo de Francisco de Assis, Madre Teresa de Calcutá e tantas outras pessoas que revelaram o verdadeiro amor desinteressado motivado pela fé?

O mal não presta e nunca foi plano de Deus que existisse. Mas já que passou a existir, Ele usa as consequências dele para um bem maior. Quando contemplamos a providência de Deus na história, torna-se evidente quão impossível é, para nós, observadores limitados, especular sobre a probabilidade de Deus ter as razões moralmente suficientes para os males que vemos. E mais: tenho certeza de que, quando chegarmos ao outro lado da eternidade, ao olhar para o passado de forma “panorâmica”, vamos entender as razões de Deus e aprovar a maneira como Ele conduziu nossa vida a fim de nos fazer chegar ali.
Ao tratar dos conceitos de bem e mal, inevitavelmente estamos falando de uma ordem moral. Mas quem decide o que é certo e errado? Se não existe moral objetiva e um ponto de referência superior para essa moralidade, que eu e muita gente cremos ser Deus, o que havia de errado, por exemplo, no que Hitler fez? Por que considerar a pedofilia e o estupro moralmente errados? É como se os ateus que se baseiam no argumento da dor e do mal para refutar a ideia de Deus estivessem nos dizendo: “Não existem sistemas morais atuando neste mundo, mas vejo coisas moralmente condenáveis.” Em algumas culturas, as pessoas amam ao próximo. Em outras, elas o devoram. O que você prefere?

Quando ateus como Jabor fazem juízos de valor, estão, na verdade, recorrendo sem saber à lei de Deus gravada no coração deles. Não há como explicar como essa intuição relativa à moralidade poderia ter evoluído da matéria bruta. Na verdade, até o amor se torna inexplicável do ponto de vista materialista. Para crer que não existe ordem moral é preciso pressupor o conhecimento de como seria uma ordem moral. Então, por que a opinião de uma pessoa a respeito do que seria uma ordem moral deveria ser melhor que a de outra pessoa?

Jabor está preocupado com os “detalhes”. E, sinto muito dizê-lo, ficará cada vez mais assustado à medida que o fim se aproxima e que o amor vai se esfriando no coração de muita gente.

Dias piores virão, mas, acredite, a culpa não é de Deus. Na verdade, a solução virá dEle. De forma definitiva.


Mãe missionária torce para Maria ganhar

Coração de mãe não se engana. E ai de quem evocar o Youtube ou as páginas da internet para macular a imagem de Maria. Médica cardiologista e missionária da Igreja do Evangelho Quadrangular, Alicia Inês Jurado não dá bola para o que dizem e o que mostram da filha. “Ela vai à praia da mesma maneira que saiu na revista, não tem nada demais naquelas fotos dela. Eu é que não posso tirar a roupa por aí porque sou religiosa. Sou missionária evangélica, mas ela não”, explica. Alicia não sabe, não quer saber e (quase) tem raiva de quem sabe sobre acusações de que Maria foi garota de programa ou fazia strip-tease em sites pagos de pornografia. O que a argentina naturalizada brasileira sabe, e tem convicção, é da vitória da filha. “Está escrito. Um ‘vaso de Deus’, que é como é chamada uma pessoa abençoada com o dom de receber mensagens do Senhor, me revelou que ela receberia o prêmio”, afirma.

Alicia diz que, por enquanto, não pode contar detalhes da revelação divina, mas promete: “Quando acabar o programa eu vou divulgar exatamente como foi. O Senhor revela aos profetas as coisas antes de acontecerem. Em 13 de janeiro de 2010, um paciente me disse o que ia acontecer. Não posso falar mais. Isso me foi revelado pela minha fé”, explica a mãe de Maria.

Como mãe, Alicia quer o melhor para a filha. E, a exemplo do pai de Wesley, ela também não está lá muito satisfeita com o rumo que o namoro está tomando. Particularmente depois das frases do provável “futuro sogro” de Maria, que, em entrevista ao site de Veja, confessou seu desapontamento com a vida pregressa da “sister”. “A formação dele é diferente da minha, talvez por isso ele não entenda a profissão da Maria. Eu sempre entendi e respeitei, é assim que nossa família procede. A dele não sei”, afirma, pondo uma pedra sobre o assunto.

Alicia só reconhece um trabalho de Maria: o ensaio sensual da filha para aRevista Vip, publicado em 2008. “Foi nu artístico”, esclarece, admitindo que, depois do BBB, Maria deve voltar a posar. “Se a Playboy oferecer um milhão para ela posar e ela quiser aceitar, eu vou apoiar. Quem sou eu para ser contra? É a profissão dela e eu respeito”, avisa.

(Veja)

Nota: Missionários que não conhecem a Bíblia e a religião que dizem defender (no caso, o cristianismo) dão péssimo testemunho da fé e denigrem a mensagem cristã. Com a visão de mundo que essa mãe possui, não admira que a filha tenha enveredado por caminhos tortuosos. Evidentemente que ela tem que aceitar as decisões da filha maior, mas jamais deveria apoiá-la nisso, visto que o caminho da licenciosidade sempre traz tristes consequências para as pessoas. Como missionária cristã, Alicia deveria saber disso. Em lugar dela, eu diria (para Maria) que amo minha filha incondicionalmente, não aprovaria a conduta dela e oraria todos os dias para que ela se arrependesse da vida vazia, materialista e pervertida que escolheu. Uma mãe de verdade (e nem precisa ser missionária) faria isso.[MB]

Novo filme desserviço: “Sexo Sem Compromisso”

Depois de ler a notícia “Livros e filmes podem afetar dinâmica do cérebro adolescente” (leia aqui), me deparei com esta indicação de filme: “A atriz Natalie Portman começou 2011 com tudo. Vencedora do Globo de Ouro e do Oscar na categoria Melhor Atriz pelo filme Cisne Negro, ela ainda aparece mais duas vezes nas telonas de cinema no primeiro semestre do ano: ao lado de Anthony Hopkins, na aventura Thor, e contracenando com Ashton Kutcher na comédia romântica Sexo Sem Compromisso. Portman interpreta Emma, uma jovem médica solteira e bem resolvida. Sem tempo para encontrar um grande amor, ela conta com Adam (Kutcher), seu melhor amigo, para dividir histórias e momentos. No entanto, uma transa sem compromisso é o primeiro passo para a transformação dessa amizade. Gostando da válvula de escape que um relacionamento sem cobranças proporciona, eles estabelecem uma série de regras: sem ciúme, sem esperanças, sem brigas, sem flores, sem apelidos e sem olhos nos olhos. Mas, quando a vontade de estar perto e saber o que o outro está fazendo aparecem, assim como os sentimentos além da amizade, resta esperar para ver quem será o primeiro a se entregar.”

Nota: Numa época em que tanto se fala em doenças sexualmente transmissíveis (aliás, pesquisa recente mostrou que 50% dos homens brasileiros e norte-americanos têm o vírus HPV, que causa câncer de colo de útero e é transmitido sexualmente) e se sabe que o sexo sem compromisso e romantismo causa depressão e baixa autoestima, um filme como esse é um verdadeiro desserviço, para dizer o mínimo. Os famosos (e imitáveis) Natalie Portman e Ashton Kutcher, sem dúvida, influenciarão muitos adolescentes e jovens com o estilo de vida proposto pelo filme. Portman encantou a muitos jovens e fãs da franquia Star Wars como a princesa Padmé, é vegetariana e tem origem judaica. No filme, parece que depois de fazer sexo sem compromisso como “válvula de escape”, os personagens acabam descobrindo que querem algo mais. Alguns dirão que aí está a lição... Pois é, o vampiro (vampirismo = satanismo) de “Crepúsculo” também é um “bom moço”, pois respeita sua amada virgem. Débora Secco interpreta no cinema a ex-garota de programa Bruna Surfistinha e promove a prostituição. Não interessa que a verdadeira “Bruna” tenha se arrependido dessa vida < link >. Essas produções fazem algo parecido com a atitude daqueles que se convertem e, ao testemunhar disso, dão mais destaque ao que fizeram no passado, em seus tempos de vida dissoluta, do que ao que Jesus fez na vida deles. Infelizmente, na mídia secular os valores estão tremendamente distorcidos e muitas pessoas mentalmente anestesiadas não mais se dão conta disso. Fuja disso e paute sua vida por textos bíblicos como Romanos 12:2 e Filipenses 4:8.[MB]

Sombras do passado

A modelo Joana Prado, que viveu a Feiticeira na Band, não deixou que um programa exibido em Fortaleza (CE) mostrasse vídeos seus como a personagem ou imagens do ensaio que fez para a revista Playboy. Joana, que participava do programa ao lado do marido, Vitor Belfort, disse que se sentia mal vendo imagens da época. "Eu me sinto constrangida quando me vejo dançando porque minha história hoje em dia é totalmente diferente. (...) Se vocês pudessem me respeitar eu gostaria que não mostrassem imagem de Feiticeira ou foto de Playboy porque eu vou me sentir mal", disse a modelo, com a voz embargada, ao apresentador João Inácio, da TV Diário.

Joana falou sobre o seu passado após o apresentador explicar à plateia que uma parte do programa havia sido cancelada a pedido da modelo. "Eu achei que já tinha sido feito um acerto entre a produção e vocês, mas como não houve..."

"Eu tenho coisas mais legais pra falar. Eu tenho três filhos e eu não quero que a referência deles seja essa. Outro dia meu filho falou pra mim: 'Ah, mamãe, você dançava de biquíni.' Eu falei, 'Eu dançava, filho, mas hoje em dia a mamãe vive outra história'. (...) O que eu quero deixar bem claro é que eu tenho coisas mais legais para falar. O que eu quero mostrar para todo mundo é sim a minha mudança, é sim a minha conversão", disse Joana que desde 2003 é evangélica. (...)

(Folha Online)

Nota: Todas as pessoas têm chance de recomeçar e de se arrepender dos erros do passado. Mas a história de Joana Prado nos faz pensar nas consequências de nossas escolhas. Em grande medida, semeamos hoje o que vamos colher no futuro. Quando a igreja orienta os jovens a se manterem castos para o casamento, por exemplo, quer, na verdade, protegê-los de feridas emocionais que poderão acompanhá-los para o resto da vida, ainda que o perdão lhes seja garantido (desde que haja arrependimento, evidentemente). Por isso, pense muito bem antes de dar um passo, tomar uma decisão, fazer escolhas, a fim de que não precise ficar constrangido e envergonhado de seu passado. Se suas decisões e escolhas forem guiadas por Deus, o futuro sorrirá para você e o passado terá sido uma bela história digna de ser recordada. A escolha é sua.[MB]
Related Posts with Thumbnails